Blog criado para participação no programa 'Cidades Criativas', organizado pela U.A. Grupo composto por três alunos (um aluno, duas alunas) do 12º F (turma do curso de Artes Visuais) da Escola Secundária José Estêvão, Aveiro.

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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Semana da Escola

A Escola Secundária de José Estêvão está durante esta semana a comemorar a semana do patrono. O grupo AveiroMinhArte vai participar com a afixação de cartazes com memórias de todo o trabalho no dia de amanhã.

Para mais informações, visita http://www2.esec-jose-estevao.rcts.pt/ACTIVIDADES/SEMANAESCOLA_08/SemanaEscola08.HTM

 

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Domingo, 4 de Maio de 2008

Aveiro Minha Arte convida

publicado por aveirominharte às 22:43
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Arte Aberta

O grupo AveiroMinhArte vem por este meio anunciar a realização da iniciativa Arte Aberta, em cooperação com o Teatro Aveirense.

Pretendemos trazer para a rua a arte e pô-la em contacto com o público. Por isso, convidamos todos a estarem presentes no dia 10 de Maio, a partir das 14 horas.

Aqui está o programa provisório, aguardando confirmações:

14 horas

Pintura ao vivo e participação de grupos da Escola Secundária de José Estêvão e pela AveiroArte.

Actuações de diversos grupos de dança e música.

18 horas

Colóquio com o tema “Contributo das Artes enquanto potenciador de desenvolvimento económico e criador de pragmatismo urbano” em sistema de mesa redonda
20 horas
Inauguração da Exposição colectiva: Alunos da Escola Secundária José Estêvão e AveiroArte
Muito brevemente contamos publicar novidades e a fundamentação de todo o projecto.
Se tiver alguma sugestão, por favor contacte imediatamente joaoainfante@hotmail.com
A.M.A. a tua cidade,
Aveiro Minha Arte
publicado por aveirominharte às 22:23
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Domingo, 27 de Abril de 2008

Relatório da Actividade “Conferência de Richard Florida”

No passado dia 17 de Abril, o grupo AveiroMinhArte, acompanhado pela professora Teresa Ramires, deslocou-se à cidade de Lisboa para assistir a uma conferência de Richard Florida, mente por detrás do conceito de cidade criativa, que orienta, como é sabido, toda a investigação do grupo.
A conferência tomou lugar no auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, durante o período da manhã, e foi organizada pela Ordem dos Economistas e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. A presença do grupo foi assegurada pela Dr.ª Carla Gomes, deste último órgão, à qual aproveitamos a ocasião para agradecer todo o apoio prestado ao longo do tempo.
Após uma brevíssima introdução do jornalista e comentador Carlos Magno, Richard Florida começou por referir que iniciou a sua investigação em meados dos anos 80, quando a ideia base do desenvolvimento económico assentava na criação de postos de trabalho para atingir uma potencialização do sistema económico em questão.
Porém, no início dos anos 90, esta ideia provou ser altamente ineficaz, surgindo um conceito de cluster, que, como veremos, iria ser objecto de sucessivas alterações. De certa maneira, Florida chegou À conclusão de que o tal cluster (que vai de encontro às definições de zona industrial tipicamente portuguesa) não funcionaria por si só, necessitando de forma vital de uma dinâmica impressa somente pelo apoio do estado e pela presença de uma universidade ou instituto de investigação que permita posicionar a “zona industrial” no topo da vanguarda e, consequentemente, potenciar o tão desejado crescimento económico.
Atente-se no caso de Pittsburgh. Esta cidade, conhecida pela sua indústria metalúrgica, perdeu, no espaço de um ano, 750.000 pessoas pela estagnação fatal que atingiu a dinâmica industrial. Florida, que trabalhou directamente com esta cidade aquando da sua presença na universidade local, instalou a sua ideia de dinamismo industrial, o que acabou por dar origem a outro conceito de cluster.

As consequências surgiram de forma automática, com a criação de 100 novas florescentes indústrias, da qual se destacava, pelo seu rápido crescimento, a Lycos. Porém, e seguindo um ciclo que se começa a tornar fatalista, a Lycos acabou por se mudar para Boston. Florida acabou por descobrir que isto aconteceu não pela falta de lucros, nem mesmo por condições deficientes de trabalho ou prejuízos a qualquer nível, mas sim pela falta de criativos na zona. Segundo a Lycos, estes criativos eram essenciais ao funcionamento da empresa, já que, em articulação com a investigação universitária, elevariam os níveis de produção a patamares impossíveis com esta definição de cluster, e acabaria por potenciar de forma acrescida o crescimento económico da Lycos.
A teoria vigente até então dizia que à medida que os postos de rabalho iam sendo criados, os trabalhadores iam-se movimentando para o espaço urbano circundante. Porém, estava a acontecer o contrário: os postos de trabalho estavam a mover-se para as pessoas. E a razão para este acontecimento é mais importante do que o salto anterior na teoria do cluster: estava-se a evoluir de uma economia centrada na combinação entre recursos económicos, matérias primas e força de trabalho para uma outra centrada na força das ideias. Estamos a entrar naquilo a que se chama economia pós-industrial ou economia do conhecimento. O centro deste modelo, sendo a supracitada forma das ideias, não pretende, contudo, centrar-se no saber escolástico e proveniente da minoria, mas sim na promoção da criatividade transversal, que parte no director geral da empresa e termina no empregado da limpeza. A optimização de tempo e de recursos e a descoberta de novos produtos e métodos de trabalho são as metas deste sistema. Para Florida, a criatividade é um direito transversal ao ser humano, comparável ao direito à vida, à educação e à saúde.
Relembre-se, neste ponto, que a economia enquanto ciência/área de investigação assenta no pressuposto da inexistência de teorização sem experimentação e por isso são completamente legítimas estas variações nos conceitos e procedimentos conforme as falhas e sucessos vivenciados.
A proliferação deste modelo económico atingiu proporções titânicas, se virmos que:
·               A ‘criatividade’ ocupa entre 20 a 25% da economia nacional, um valor relativamente baixo se tivermos em conta os 45-55% na Escandinávia.
·               150 milhões de pessoas dedicam-se exclusivamente ao sector criativo.
·               O produto económico gerado por esta percentagem da população é imensamente superior ao restante.
Chega-se, através destes dados empíricos, à conclusão de que este progresso em tal espaço de tempo é somente igualável à Revolução Industrial do séc. XIX.
Facilmente nos apercebemos que cada ser humano é um ser criativo. O ‘segredo’, segundo Florida, está em libertar essa criatividade até ao simples operário fabril. A Toyota, tida como o expoente máximo do pragmatismo neste modelo, defende que casa indivíduo é, segundo o economista, “um cérebro de inovação com a possibilidade de melhoramento e progresso contínuos”. Até em agricultura deveria ser expandida esta ideia, segundo o economista.
Reside, contudo, a crítica: porque não poderiam os criativos ter-se movimentado para a Lycos, quando no fim aconteceu o oposto?
Criatividade, segundo Florida, implica tolerância, sem qualquer tipo de discriminação social, racial, étnica, sexual ou económica. Segundo dados estatísticos, um indivíduo é tão mais feliz quanto mais tolerante é o espaço social em que este se encontra. A tolerância e a felicidade conduzem à auto-expressão, condição sin equa non para o desenvolvimento da tão desejada criatividade. Ainda que não nos assemelhe como tal, o espaço urbano em que um indivíduo se insere tem uma importância cada vez maior no crescimento económico desse mesmo indivíduo.
Para comprovar isto, basta ter em conta que as 40 mega-regiões do planeta englobam cerca de 18% da população mundial, ainda que produzam (curiosamente) dois terços de todo o crescimento económico. Lisboa, uma das tais mega-regiões está a concorrer, segundo Florida, não com a Índia ou a China, mas com as outras regiões: Shangai, Tóquio, Londres, Paris-Amesterdão, Boston-Nova Iorque, …
Consequentemente, os países mais abertos e tolerantes são mais inovadores, já que a sua população pode expressar-se mais livremente e estão mais abertos a experiências novas. Resumidamente, e em pé de igualdade, podemos enumerar dois factores que influenciam o local escolhido pelas populações para viver: a existência de um emprego excitante e um tecido social tolerante e aberto presente num espaço urbano agradável.
Enfim, podemos pensar, segundo Florida, no desenvolvimento económico como sinónimo de desenvolvimento criativo, sendo que o espaço urbano ocupa um lugar de destaque nesta conjuntura. Aliás, se pensarmos no título da apresentação (“Os 3 T’s (Tolerância, Talento, Tecnologia) do Desenvolvimento das Cidades/Regiões”), facilmente nos apercebemos que esta ideia resume-se num quarto T que engloba todos os outros: Território.
Porém, sentimo-nos neste ponto, na obrigação de tecer algumas considerações à apresentação conceitual de Florida.
1.            Ainda que Lisboa conste como uma mega-região económica mundial, o conceito de cluster que é aplicado em Portugal perdeu-se algures nos anos 80 norte-americanos. Urge, por esta razão, pensar até que ponto esta classificação é segura de si, ao mesmo tempo que se reflecte sobre as estratégias económicas no nosso país.
2.            A criatividade de Florida estende-se, em última instância, até ao infinito. E isto tem um duplo sentido: se por um lado se pode pensar que as tecnologias amigas do ambiente, mais atractivas visualmente e mais funcionais são resultado natural desta política, a criatividade humana é bastante imprevisível, e um controlo desta criatividade parece-nos inevitável e sem este a criatividade leva a uma ruptura de valores e a um ambiente de conflito. Colocámos esta questão ao economista, ainda que da sua resposta não tenhamos retirado qualquer conclusão esclarecedora.
3.            É também preciso esclarecer, por outro lado, até que ponto é que esta teoria é aplicável ao sector educativo. Será que o conceito de aprendizagem é compatível com esta criatividade? Não terão os aprendentes que deixar de parte o seu eu para aprender e só seguidamente dar conta da sua criatividade? Mais uma questão não respondida pelo sr. Florida.
4.            Retomando o primeiro ponto, parece-nos, em suma, que as ideias de Florida, ainda que extremamente válidas e inovadoras, não se coadunam com a realidade nacional. Portugal tem, de facto, um grande caminho a percorrer e, no nosso entender, um salto de tal dimensão é completamente inconsistente com o conceito de desenvolvimento económico estável.
5.            Para concluir, gostaríamos de referir o quanto nos apraz o facto de o espaço urbano constituir um ponto fulcral para o desenvolvimento da criatividade. O grupo concorda com a ideia, indo directamente de encontro com a linha de investigação produzida por nós desde o início do ano.
O grupo,
Aveiro Minh Arte
publicado por aveirominharte às 18:49
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Nova Confirmação

Mais uma confirmação para o nosso debate. Eduardo Costa Ferreira é Arquitecto da Câmara Municipal de Albergaria. Mais um brilhante contributo para o magnífico debate que está a ser preparado.

Não percam, será sem dúvida uma oportunidade única!

publicado por aveirominharte às 18:57
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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

Reflexão crítica de Questionários

Por razões alheias à vontade do grupo, houve um atraso na publicação deste texto, pelo que o grupo pede desculpa a todos que o esperavam consultar e ainda não tiveram oportunidade.



O questionário do qual a seguinte análise foi feita tem em vista apurar até que ponto os alunos de cada turma (e de cada área em particular) têm uma relação próxima com a cultura que se promove na região.

Antes de mais, entende-se por cultura tudo o que esteja relacionado com os três agregados de prioridade que o grupo estabeleceu: arquitectura, artes plásticas (pintura, escultura, instalações, fotografia, …) e artes do espectáculo (teatro, dança ou bailado, performances variadas, …).

Mas, mais do que esta noção, o questionário recaiu sobre a acção pública e dinamização cultural na cidade de Aveiro, nomeadamente em várias vertentes diferentes: o envolvimento dos alunos na cultura aveirense (primeira e segunda questões), a ideia formada pelos alunos sobre a importância da cidade no panorama cultural e a avaliação do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Aveiro.

Este questionário foi realizado a 142 alunos do 12º ano, sendo cerca de metade rapazes. Das turmas inquiridas, três são do curso de Ciências e Tecnologias (turmas A, B e C), uma é do curso tecnológico de Design (turma D), duas turmas do curso de Artes Visuais (turmas E e F), uma turma do curso tecnológico de Design de Equipamento (turma G) e uma turma do curso de Línguas e Literaturas (turma H).

A primeira questão (“Durante o ano de 2007, viste alguma exposição temporária de pintura ou escultura na cidade de Aveiro?”) visava auscultar o grau de envolvimento dos alunos no panorama cultural da região, nomeadamente relativamente a exposições temporárias de escultura ou pintura. São imensas as que ocorreram na cidade de Aveiro no ano de 2007, algumas das quais o grupo visitou durante a primeira fase da sua investigação.

 

É interessante ver como as turmas de Ciências e Tecnologias (turmas A, B e C) têm em média cerca de 32% de alunos que durante o ano transacto visitaram uma exposição temporária, contra os cerca de 63% dos alunos de Artes Visuais (turmas E e F) e os 58% das turmas dos cursos tecnológicos (turmas D e G). Torna-se curiosa esta grande diferença entre as áreas de estudos, o que nos deixa espaço para perguntar qual a razão desta incoincidência. Por um lado, esta diferença poder-se-á justificar com a diferença de interesses nas diferentes áreas de estudos, que se mostra num maior prazer em entrar em contacto directo com esta realidade. Porém, poderemos questionar-nos se estes resultados não serão uma consequência directa de saídas de campo às disciplinas de Desenho ou História de Arte. Já que o questionário não nos deixa espaço para responder a esta questão, ficamos na dúvida. Ainda assim, o grupo felicita-se com os cerca de 50% de alunos que recentemente tiveram contacto com novas criações artísticas expostas na região.

Quanto à segunda questão, abordava a mesma área de conhecimentos, mas desta feita de uma forma mais geral. Conhecer a agenda cultural da cidade de Aveiro não é tarefa fácil, ainda que seja uma cidade culturalmente parada. Os resultados, contudo, são surpreendentes.

 

Cerca de 50% dos alunos afirmaram conhecer com algum pormenor a agenda cultural da cidade, com as seguintes excepções:

A turma D, que está bastante mais inclinada para a resposta ‘Não’. Poder-se-á explicar isto com o facto de ser uma turma do curso tecnológico de Design que, pelo carácter raro, concentra alunos de diversas proveniências, muitos deles de fora da cidade. Assim, talvez pelo facto de não estarem integrados plenamente na dinâmica social de Aveiro, afirmem que não conhecem a programação cultural. Impõe-se-nos outra questão neste momento: se é um curso de Artes, por que razão é que os alunos desconhecem a cultura do ambiente escolar em que se inserem? Existirá aqui uma falta de interesse ou um problema na divulgação doas ocorrências?

Por outro lado, a turma G destaca-se pelo facto de 3 em cada 4 alunos saberem o que se passa culturalmente em Aveiro. Ora, é interessante ver como os alunos de Design de Equipamento se encontram, segundo os próprios, dentro da dinâmica artística da cidade. Tal como anteriormente, a turma é também composta por alunos de proveniências dispares, e é interessante ver como se dão resultados completamente diferentes. De facto, os mesmos 75% que afirmaram conhecer a agenda cultural, disseram que durante o ano transacto visitaram pelo menos uma exposição de artes plásticas na cidade. Será influência do meio académico ou interesse puro? Como explicar tamanha diferenciação?

 

A terceira pergunta abandona a dinâmica de conhecer Aveiro por dentro, passando para o conhecer de fora. Ao serem inquiridos sobre se Aveiro era um pólo cultural de referência nacional, os resultados foram díspares.


É interessante como mais uma vez se mantém a tendência das questões anteriores para um grande equilíbrio entre as respostas. Porém, desta feita teremos que destacar de forma gritante o resultado da turma E, na qual só 18% consideram que a cidade é um pólo cultural de referência nacional. Ora, por ser turma do curso de Artes, é curioso que seja a única a afirmar isto. A razão de tal parece-nos óbvia: os alunos, por terem mais conhecimento em termos culturais, têm a noção de que existe muito mais do que a cidade de Aveiro. E que, por essa razão, talvez se possa descartar tal hipótese. É também curioso confrontar estes resultados com os da turma F, também do curso de Artes, mas em que a tendência de inverte de forma esmagadora.

Será que a diferença de respostas não é conclusiva ou será que nos permite dizer que as turmas têm conhecimentos a níveis diferentes e por isso opiniões diferentes? E se isso acontecer, será saudável que duas turmas da mesma escola e da mesma área de estudos tenham tão diferentes conhecimentos e percepções da realidade?

 

A última questão pedia aos alunos para classificarem de 1 a 5 (sendo 1 a nota mais baixa) a acção do pelouro da cultura da cidade de Aveiro.

 

Média dos Resultados

Turma A

3.2

Turma B

2.6

Turma C

3.1

Turma D

2.8

Turma E

2.9

Turma F

3.4

Turma G

2.1

Turma H

2.5

 

Mais uma vez, todos os resultados estão entre o 2.6 e o 3.4. Por um lado, é interessante pensar que todos os alunos deram uma classificação mediana ao pelouro da cultura. Ora isto significa que, ainda que os alunos afirmem que não conhecem integralmente o que se passa no plano cultural na cidade, consideram que Aveiro está classificada como mediana a nível cultural. Agora, importa questionar o porquê desta resposta: será que é por falta de conhecimento de causa que os alunos atribuem classificações medianas ou será que é por conhecerem bem que assim o dizem? Talvez possamos considerar como mais acertada a primeira hipótese, se tivermos em consideração as respostas anteriores. Ainda assim, se os resultados desta questão são de certeza dubitável, poderemos também questionar-nos sobre o grau de certeza das restantes questões. Será que constituem fontes fidedignas de informação ou somente amontoados de informação aleatória dada pelos alunos?

Se considerarmos, por fim, que toda a informação foi dada tendo em conta juízos sólidos, poderemos concluir que:

  • Os alunos do 12º ano não procuram cultura, exceptuando os casos das turmas cuja área de estudos é as artes.
  • Os alunos estão na generalidade sensíveis à agenda cultural da cidade que habitam, ainda que (de acordo com a conclusão anterior) não frequentem exposições temporárias e afins.
  • Cerca de metade dos alunos concorda que Aveiro é um pólo cultural de influência nacional, ainda que haja uma contrariedade muito grande numa das turmas de Artes.
  • Os alunos classificam como media a prestação do pelouro da cultura da Câmara Municipal de Aveiro, ainda que tal informação seja dubitável, por razoe supracitadas.
publicado por aveirominharte às 16:49
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